quarta-feira, 28 de abril de 2010

as melhores palavras são as que ficam por dizer?!

li isto hoje. e não concordo. as melhores palavras são as que são ditas no momento e local certo.
as melhores palavras são aquelas que nos são ditas no momento em que precisamos mesmo de as ouvir.
as melhores palavras são as que são ditas a acompanhar o que está a ser feito.
as melhores palavras são aquelas que por vezes estão trancadas na garganta e não conseguem sair.
as mlhores palavras não são as que ficam por dizer...essas são sempre as piores!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

a menina russa e a decisão do colectivo

foi devolvida para o seu país natal e vínculo familiar (na perspectiva de um colectivo de 3 juízes, e não de um só como é dito muitas vezes) à cerca de uma ano.
quando lhe foram entregar prendas os jornalistas encontraram uma menina com uma pisadura num olho. fruto da escola, alegou a avó.
que também alega que a menina não quer falar com a família de acolhimento portuguesa por ter esquecido o português.
entende-se. como se explica a uma criança que um colectivo composto por três pessoas que não a viu, não a conheceu, que nunca com ela falou, decidiu, para todo o sempre, mudar a sua história de vida?
como se explica que três pessoas que não conheceram a sua progenitora, a aldeia de onde aquela decidiu um dia partir à procura de uma vida melhor e a casa que deixou para trás, era melhor para ela do que a casa onde ela estava?
como se explica que três pessoas que nunca falaram com a família de acolhimento acharam que a mulher que a estava a criar tinha um desejo serôdio e egoísta de ser mãe?
como se explica que três pessoa decidiram - sem lhe perguntar - que ela "pertencia" à Rússia e não a Barcelos?
como se explica que tês pessoas tenham achado que sabiam mais sobre ela do que uma juíza que com ela falou e com as partes? que além de ler papéis, ouviu,viu e sentiu pessoas, tendo a coragem de pôr em primeiro lugar o interesse da criança??
como se explica que uma decisão sobre outra decisão tem de deixar de estar assente somente no papel???
como se explica - e quem haverá para explicar- o que ninguém entende?
uma decisão desta pesa, não só na criança mas também (espero eu) na consciência de quem a tomou. caros senhores, erraram! mas o pior é que não há remédio possível!

quinta-feira, 15 de abril de 2010

e se um dia eu deixar de comer bolachinhas?

é porque morri!!! :))))))))

para quem está farto de vulgares declarações de amor

if i lay here
if i just lay here
would you lie with me and just forget the world?

descrição melódica de um desentendimento

mas que é uma música linda....


Para as "gajas porreiras"

vulgo: não suficientemente giras para serem namoradas,mas não simplesmente conhecidas. também conhecidas como "ela? é como se fosse um gajo" e um dia descobrem que não é bem assim...

o meu luxo de hoje

depois de comprar um deslumbrante vestido de diva dos anos 50 (acompanhado da angústia de ter de comprar agora uns sapatos com dez cm de altura) no outra margem do rio,tive a oportunidade de vir a pé para este lado. com um céu cinzento carregado de nuvens,uma calma decorrente da ausência dos "habitués" do parque verde,dei comigo a ouvir o silêncio e a olhar não para a cidade, mas para a nascente do rio. o verde das árvores, o cinzento das nuvens e por vezes um relâmpago perdido tiveram o condão de me tranquilizar e acalmar. passei a ponte devagarinho. quando cheguei às docas cruzei-me com uma mãe pata e seu patinho preto a debicarem restos à frente da gelataria. e aí o céu desabou. e eu tive que me abrigar.e ali fiquei. sentadinha.a ouvir e ver a chuva a cair.os relâmpagos a aparecerem e a desaparecerem. e a pensar que aquele momento era um dos pequenos grandes luxos que nos põe sorrisos na cara...

o amor e o estacionamento

deixam as pessoas a precisarem de bolachinhas de chocolate.

terça-feira, 13 de abril de 2010

porque não sei viver sem o meu rio

com o qual andei um bocadinho aborrecida. mas não por culpa dele. por isso, e para me redimir da minha injustiça com o meu sempre presente e insubstituível rio em cujas margens se passou grande parte da minha vida, aqui fica o meu tributo. se podia viver sem ele? não, não podia, ou pelo menos sem um semelhante a ele. a vida sem água por perto não é a mesma coisa!

não conheço o jogo, mas gosto muito desta música

e o clip mostra bem que já nem as princesas são indefesas, nem os príncipes imbatíveis...

para começar bem o dia

mesmo a comer uma bolachinha integral

segunda-feira, 12 de abril de 2010

a festa das crianças

no domingo fui a um daqueles recintos preparados para festas de crianças a uma - imagine-se- festa de criança.
aquilo são insufláveis, pinturas de cara, bolas saltitonas, escorregas, hula-hoops, raquetes, matrecos, mini snooker, blá, blá...
descobri (eu ainda sou uma novata nisto) que os pais chegam, entregam os filhos e vão-se embora, ficando os pais do aniversariante com o ónus de controlar mais de uma vintena de crianças.
ora, eu não tenho espírito para isso, então fui para o recinto. e de repente estava eu e a mãe do aniversariante de volta de hula-hoops e de bolas saltitonas e a tentar perceber se podíamos ir saltar para a cama elástica. não podíamos, mas divertimo-nos á mesma. é tão bom poder ser criança por uns momentos...

hoje que me eslfafei no ginásio

a ver se perdia os malditos dos 2 kilos que recuperei na páscoa, cheguei ao serviço e havia um bolo de chocolate, com cobertura de chocolate e recheio de frutos silvestres... não há direito!!!
hoje já não como bolachinhas!!!

quinta-feira, 8 de abril de 2010

sem bolachas

não são precisas.vale por si!